Galeria de Ex-Prefeitos

Prédio da Prefeitura Municipal de Paracatu em 1972. Fonte: Catálogo da Companhia Telefônica de Paracatu / 1972 / Acervo APMOMG

Quintino Vargas

Coronel Quintino Vargas: 1º Prefeito de Paracatu. Gestão:1931 a 1935. Foto/Reprodução: Museu Histórico de Paracatu

 Nasceu a 31 de Outubro de 1891, no município de Paraopeba (M.G), na fazenda São Sebastião, de onde se transferiu logo após, em companhia de seus pais Jorge Fernandes Vargas e Vitalina Corrêa Vargas, para a sesmaria dos Monteiro- distrito de Sant Antonio da Lagoa atual cordisburgo. Ai frequentou a escola, onde fez parte do curso primário na escola de Cândido Pereira de Souza. Até 18 anos, trabalhou com sua família na lavoura e como ajudante de tropeiro, atividade exercida por seu pai.

Em 1910, transfere-se para Pirapora, região de novos impulsos econômicos, proporcionados pela chegada dos trilhos da central do Brasil e pela navegação no Rio São Francisco. Coloca-se como empregado comercial na firma Nascimento e Irmãos- Trapiche do Norte, estabelecimento esse que comerciava ao longo do curso do São Francisco e com o Nordeste. As estradas e as comunicações modernas eram as principais reinvidicações dos sertões brasileiros e o tropeiro assume na história do País o papel de agente de comunicações e transporte de mercadorias entre as regiões mais isoladas. Daí se inicia Quintino Vargas numa

árdua luta pelos sertões do Norte/Nordeste de Minas e Goiás, tendo aprendido com seu pai a possuir o espírito necessário para enfrentar as dificuldades das expedições. Faziam o percurso desde o município de Curvelo, passando por Paracatu. Triângulo Mineiro, várias cidades goianas, chegando até Formosa. Iam passando as mercadorias, inclusive gado, até o fim do trajeto; em seguida abastecidos dos produtos locais, regressavam desempenhando a mesma atividade. Após longa experiência no comercio fluvial, estabelece-se em Paracatu, voltando a trabalhar com tropas até adquirir um estabelecimento comercial fixo. Casa-se com Maria Sóter Gonzaga em 1919.

Na visão de seus contemporâneos, sua maior e constante preocupação era “o progresso”. Foi o precursor da navegação no rio Paracatu, organizando entre 1918 e 1920 uma companhia de navegação ligando a cidade de Paracatu ao porto de Pirapora no Rio São Francisco. Através, cortanto do Porto de Buriti, próximo a Paracatu, a região, até então de difícil acesso, adquire novo impulso em sua econômia. Esse serviço foi aos poucos sendo ampliado, chegando a contar com os vapores Afonso Arinos, Curvelo e Paracatu, mais tarde vendidos ao Estado, que se incorporava à navegação mineira de São Francisco.

Continuou em Paracatu, como comerciante e fazendeiro, já demonstrando ai sua liderança política na região, quando surge no País a questão da sucessão presidencial do governo da República, ocupado por Washigton Luiz. Como resposta à “Aliança Liberal”, composta por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba. As crises econômicas e políticas ocorridas no decorrer dos anos 20, unidas à questão sucessória levam o País à Revolução de Outubro de 1930. Nesse contexto, o governo de Minas, como responsável pelo setor centro da Revolução,

trata de organizar colunas revolucionárias com a finalidade de neutralizar as forças legalistas. Assim se apresenta Quintino Vargas ao comando do Estado Maior Revolucionário, sendo apresentado por seu irmão o coronel José Vargas da Silva, assistente Militar ao secretário do Interior, que compunha o quadro dirigente da Revolução. Por sua grande experiência de tropeiro e de profundo conhecedor da região, aprece com elemento capaz de chefiar uma expedição para conter a situação crítica apresentada no setor de Goiás. As forças Revolucionárias seriam anuladas diante da ameaça de um batalhão localizado em Ipameri que pretendia ocupar o Triângulo Mineiro, o que poria a situação de Minas em dificuldades. Para

a consolidação de tais objetivos, foi redigida uma “carta de prego”, fornecendo a Quintino Vargas elementos de policia militar e armamentos, ficando ele responsável pelo arregimentação de voluntários e pelo avanço para a capital Goiana. E assim o fez, organizando “coluna Artur Bernardes”e avançando para o planalto, interviu em cidades e povoações como Cristalina, Santa Luzia, Formosa, efetuando prisões de prefeitos e chefes políticos que ofereciam resistência. Ocupou o Estado de Goiás, fato que contribuiu para desarticular e provocar o recuo das forças organizadas pelo governo dos Caiado. Chegando à capital, as tropas mineiras ocuparam o palácio do governo abandonado pelo Senador Antônio Ramos Caiado e seu Estado Maior. Em seguida, empossado o Dr. Carlos Pinheiro Chagas na Interventoria Federal, e coronel Quintino Vargas (título desde então adquirido), recebeu um telegrama do Presidente Olegário Maciel pedindo que assumisse a Interventoria Goiana, já que o Dr Carlos Pinheiro Chagas precisava voltar a Minas. Este conforme consta em depoimentos de pessoas contemporâneas ao fato, respondeu negativamente, afirmando que a direção do Estado deveria ser entregue aos Goianos, com o retorno do Dr Pinheiro Chagas, foi constituida uma junta governativa composta por Pedro Ludovico Teixeira, Mano Caiado e Emilio Povoa, figuras da politica goiana no movimento liberal.

Voltando a Paracatu, foi recebido entusiasticamente pelo povo, onde retoma suas antigas atividades. Com a vitória da revolução é indicado como candidato à prefeitura de Paracatu, sendo de imediato nomeado pelo Presidente Olegário Maciel. Ocupou este cargo de 1931 a 1934, realizando uma administração das mais proveitosas para o municipio, tendo instalado o serviço de abastecimento de água, melhorado o de energia e iluminação e construído varias escolas e estradas de rodagem. Ainda por ocasião de seu mandato, recebeu uma expedição de cientistas da lituânia que efetuaram pesquisas sobre a região do Rio Paracatu. Presidindo esta comissão, foi depois condecorado comendador pelo governo da Lituânia.

Em 1932 foi enviado pelo governo de Minas e Pirapora para conter manifestações favoráveis à Revolução constitucionalista de São Paulo.

Com a morte do presidente Olegário Maciel, assume a Interventoria de Minas o          Sr Benedito Valadares, nomeado pela ditadura Getulista. Eleito vereador em 1936, e já posicionado contra o governo Vargas, foi vítima de perseguições políticas, tendo devido às pressões de se retirar de Paracatu. Retorna a Pirapora, onde os interesses comerciais e a importância do Rio São Francisco, elo de ligação Norte/Sul, o animam a recomeçar. Funda a companhia de Navegação, posteriormente encampada pela Cia. Indústria e Viação de Pirapora, na qual exerceu a função de diretor geral.

Com a queda da ditadura, retorna às atividades políticas, como um dos fundadores da UDN mineira. Organiza em Pirapora o Diretório Municipal do partido, do qual se tomou presidente e membro do Conselho Estadual. Eleito Deputado em 1946, participou na Assembléia Estadual das Comissões de segurança Pública e presidente da comissão Especial de Aproveitamento do Rio São Francisco, constituída através de seu requerimento.

No auge de sua carreira política, quando buscava a consolidação de suas propostas, idéias e trabalho, vem a todos a notícia de seu inesperado falecimento a 19 de Agosto de 1949, no terceiro ano de seu mandato. Seu trabalho e o seu espírito de luta estão registrados em toda aquela região e no capítulo da História de Minas que se refere à Revolução de 1930.

Fonte: Arquivo Público Municipal Olímpio Michael Gonzaga

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Manoel Pimentel de Godoy

Manoel Pimentel de Godoy. Gestão: 1935 a 1936. Foto: Reprodução Acervo do Museu Histórico Municipal

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Romualdo Ulhôa Tomba

Romualdo Ulhoa Tomba. Prefeito entre 1936 e 1946.

Nasceu em 1901, em Paracatu, onde viveu toda a sua vida.  Era filho de Antônio José de Ulhoa e Paulina Roriz Ulhoa e casado com Acidalia Ulhoa com quem teve nove filhos. Tomba, como era conhecido, foi figura pública que se destacou por uma liderança que, mesmo enraizada no engajamento em opções políticas definidas, pautava-se por conduta tolerante face às demais facções. Querido e respeitado, preocupava-se, como homem público, com a promoção dos projetos de interesse coletivo em várias áreas e como homem privado cultivava a amizade, reservava a todos uma palavra amável e um sorriso franco. Durante 10 anos (1936-1946) esteve à frente da Prefeitura de Paracatu, eleito pelo povo e confirmado no poder pelo Presidente da República que em época de exceção nomeava interventores. O caráter reto e honesto do prefeito impediu que desmandos acontecessem. Seus feitos foram incorporados pela cidade naturalmente, sem que tenha havido nenhuma tentativa de sua parte de vangloriar-se ou utilizar-se deles para projetar sua imagem. Prefeito durante o Estado Novo, enfrentou dificuldades em virtude das contingências ditatoriais. No entanto, construiu a estrada Paracatu – Coromandel ( até o Rio Paranaíba a picareta e enxada) e a ponte sobre o ribeirão das traíras e quem inaugurou o campo de aviação na vargem do Moinho, além de outros feitos. As escolas da zona urbana e rural devem muito à sua iniciativa, bem como a integração da cidade a outras regiões do País, através de inúmeras obras realizadas sem nenhuma tecnologia, a partir apenas de recursos locais. Neste aspecto é digno de nota seu empenho na defesa dos interesses da população do município, seja realizando obras de estradas que interligaram Paracatu à rede ferroviária nacional em Patrocínio, seja empenhando-se nas ações que vieram a demarcar os limites entre os estados de Minas Gerais e Goiás. No plano cultural, num momento em que esta área ainda não era valorizada pelas prefeituras do interior, destaca-se sua preocupação em resguardar as características do traçado urbanístico dos valores históricos e artístico contidos no conjunto arquitetônico da cidade composto de monumentos representativos de estilo colonial e barroco. A pavimentação, feita em pedras irregulares próprias da região, era valorizadas e consideradas como partes da beleza de nossa cidade e fruto de muito trabalho que como tal deveria ser preservada. A criação da Biblioteca Municipal e de uma Pinacoteca foi uma iniciativa que deve ser ressaltada na sua ação como prefeito. Seu acervo era composto de obras representativas de diversas áreas do conhecimento, adquiridas com critério. A Pinacoteca, desaparecida há já algum tempo contava com gravuras e pinturas de grandes expoentes da arte daquela época e visava ampliar os conhecimentos de história da arte. A doação do terreno da vila de São Vicente de Paulo, onde funciona aindahoje um abrigo para idosos comprova sua preocupação para com os necessitados. Doou também o terreno para o aeroporto e para o ministério da aeronáutica, que era de sua propriedade particular e foi um dos criadores do Aéro-Clube Paracatuense. Foi maçom e responsável pela reestruturação da loja maçônica Nova Luz Paracatuense onde obteve o grau 18, que na época era o mais elevado possível dese alcançar aqui em Paracatu, devido a todas as dificuldades de comunicaçãoexistentes então. Foi o terceiro venerável a dirigir a loja Maçônica em Paracatu. Trata-se de figura política ímpar por ter pautado sua atuação por uma conduta acima de interesses particulares, realizando uma administração pacificadora com critérios escolhidos a partir de interesses gerais. A atividade profissional exercida durante a maior parte da vida foi a agrimensura com a qual se tornou conhecido e respeitado em toda a região. Faleceu em 1974.

Fonte: Arquivo Público Municipal Olímpio Michael Gonzaga

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Dr. Antônio Ribeiro

Dr. Antônio Ribeiro: Prefeito em 1947

Nasceu na cidade de Patrocínio-MG em 13 de Junho de 1905, filho do casal Belmiro Ribeiro e Alcione de Castro Ribeiro.

Cursou o primário e o 2° grau no colégio Dom Lustosa em Patrocínio, indo após para Belo Horizonte, onde cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais e concluiu o curso em 1933. Ainda neste ano mudou-se para Paracatu, fixando sua residência poucos meses depois numa velha casa colonial da Rua Samuel Rocha.

Casou-se em Paracatu, em 1943, com uma paracatuense de família tradicional, a Dona. Nair de Melo Franco, tendo duas filhas: Gisiane Conceição de Melo Franco e Eiizabeth Melo Ribeiro. Em 1950 faleceu a sua querida esposa. Ele dedicou-se por mais de 30 anos com esmero e eficiência à advocacia, no Forum local. Neste período com amor, dedicação e reconhecida competência ao magistério na antiga Escola Normal Antônio Carlos, hoje Escola Estadual Antônio Carlos de 1° e 2° graus, da qual foi diretor por alguns anos. Prestou relevante serviço social a Paracatu.

Era fazendeiro, exerceu o cargo de delegado de polícia do município por alguns anos. Deu algo de si, com o mesmo espírito à conferência de São Vicente de Paulo, tendo sido diretor por um bom tempo.

Exerceu o cargo de Prefeito Municipal em substituição ao prefeito Romualdo Ulhôa Tomba, que havia se licenciado. Atuou como vice-prefeito do ano de 1962, juntamente com o prefeito Dr. Almir Alaor Porto Adjuto, eleito com vitória esmagadora até então verificada nesta região. Como vice-prefeito, exerceu o cargo com eficiência, durante o qual prestou assinalados serviços ao município.

Foi presidente do Jóquei Clube de Paracatu e sócio fundador. Também na parte de esportes foi um dos fundadores da Liga Paracatuense de Futebol. Foi diretor e um dos fundadores da Escola de Contabilidade e Ginásio Aldemar Neiva.

As suas obras e benefícios ficaram marcados não só em Paracatu, como em Guarda-Mor, Vazante e Vazamor.

Foi diretor da E. E de Guarda-Mor, hoje E. E Antônio Ribeiro. Com seu espírito jovem estimulou a juventude aos estudos e ao teatro naquela cidade. Deu muito de si lutando e fazendo os jovens retomarem à escola. Colaborou e conquistou para que vários professores de Paracatu contribuíssem dando aulas em Guarda Mor.

Como homenagem póstuma à memória deste saudoso e inesquecível Dr. Antônio Ribeiro, que aqui viveu por mais de 40 anos, tendo dado à essa terra o melhor de sua existência, foi dado o seu nome a vários prédios escolares, praças de esportes em Paracatu até em cidades vizinhas.

Doutor Antônio Ribeiro faleceu aos 68 anos de idade em Belo Horizonte, na residência de sua filha, no dia 21 de novembro de 1973. Foi sepultado no cemitério do Bonfim, localizado naquela capital.

Fonte: Arquivo Público Municipal Olímpio Michael Gonzaga

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Valter de Pinho Costa

Walter de Pinho Costa. Prefeito em 1947, em substituição eventual.

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Temístocles Rocha

Temístocles Rocha: Prefeito de Paracatu, de 1947 até 1948.

O  Sr Temístocles  Rocha foi um grande Paracatuense, nascido a 17 de Junho de 1881. Filho de Manoel Caetano Pereira da Rocha e irmão de Samuel Rocha tendo ambos exercido as funções de Presidente da Câmara Municipal de Paracatu. Era comerciante, tendo fundado sua firma comercial em 1900, existente até hoje com a denominação de “CASA DUDU ROCHA”. Foi também fazendeiro no município de Unaí e Paracatu. Como proprietário construiu várias casas para aluguel.

Sua vida política: O Sr Temístocles Rocha foi um dos consolidadores em Paracatu dos seus comércios e suas forças políticas. Em janeiro de 1947 foi eleito prefeito de nossa cidade, tendo exercido o cargo até janeiro de 1948.

O Sr Temístocles Rocha faleceu no dia 04 de Novembro de 1962, tendo deixado viuva a senhora D. Isabel Santana Rocha e os seguintes filhos: Paulo, comerciante, casado com D. Maria Nívia Taveira Rocha, e residente em Goiânia:

Pedro, comerciante, casado com dona Maria Jacinta Chaves Rocha e residente nesta cidade; Maria José casada com o Sr Gentil Gonzaga, coletor aposentado e residente em Belo Horizonte; Geraldo, casado com dona Anita Lopes Rocha, comerciante e residente nesta cidade; Viviana, casada com o Sr Raul Hormidas Macêdo, viajante comercial e reside nesta cidade; Francisca, casada com o Sr Honorio Mundim, comerciante e residente nesta cidade; José, casado com dona Esperança Jordão Rocha, comerciante e reside nesta cidade; Joaquim, casado com D. Maria José de Sá Rocha, comerciante e reside nesta cidade; Alberto, casado

com D. Antonia Jordão Rocha, comerciante, industrial e vice prefeito, residente nesta cidade; Maria Isabel, casada com o Sr Sebastião Valadares Roquete, fazendeiro e residente nesta cidade, as senhoritas Maria da Conceição, Beatriz e Luiza, esta última sendo presidente da Câmara Municipal.

O pranteado deixa ainda 46 netos e 19 bisnetos.

O Sr prefeito decretou feriado municipal no dia seguinte ao falecimento. O enterro, que se realizou as 14 horas contou com o acompanhamento de quase toda a população.

SEU PERÍODO DE ADMINISTRAÇÃO

Esta período que durou pouco mais de um ano, caracterizou-se pela tolerância, compreensão e respeito aos direitos dos cidadãos, criando em torno de sua administração um ambiente de trabalho e dignidade.

O Sr. Temístocles Rocha, dinâmico e eficiente, fez do funcionário um servidor consciente dos seus deveres e responsabilidades.

Realizou obras que podem ser consideradas de vulto, se considerarmos a precariedade dos recursos de que dispunham, as fracas receitas municipais e as modestas condições econômicas locais. A verdade é que ele não se preocupou com o suntuário, com o belo, com o urbanismo de fachada e superficial. Pelo contrário, voltou as suas visitas a sua atividade incansável para o útil, o funcional, o que realmente poderia significar progresso para a cidade e beneficios para o seu povo.

Dentre as obras que executou, todas dentro daquele espírito de utilidade e progresso, podem ser citadas: a ligação da rua de Goiás a chamada parte nova da cidade, com a desapropriação de diversos imóveis; dando ensejo ao desenvolvimento da Avenida Deputado Quintino Vargas, hoje uma das melhores e mais movimentadas artérias da cidade; desobstrução de grande área localizada no bairro Amoreiras e sua doação ao Governo da União que nela fez construir o atual Hospital Regional; inicio de construção de diversas escolas-modelo rurais, em convênio com o Governo da União; melhoria em ruas e logradouros públicos; reformas nas instalações do Matadouro Municipal, dando-lhe mais funcionalidade e condições de higiene; reformas nos cemitérios da cidade e das sedes distritais; criação de várias escolas rurais, maior atenção ao ensino rural e melhores condições de vencimento às professoras; aberturas de novas estradas para o interior do município, melhoria das existentes, construção de novas pontes e reformas de outras e vários melhoramentos nas sedes distritais.

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Francisco Adjucto Pinheiro

Francisco Adjucto Pinheiro: Prefeito de 1948 a 1950.

Em sua gestão foi instalado o Posto Agropecuário e iniciaram-se as obras de construção do então Hospital Regional Dr. Adelmar da Silva Neiva. Durante o seu governo realizou-se a ligação da Avenida Deputado Quintino Vargas com a Rua Goiás.

Referência:

OLIVEIRA MELLO, Antônio de. Paracatu do Príncipe: Minha Terra. Patos de Minas: Academia Patense de Letras, 1978. 144p. Ilustr.

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Afrânio Salustiano Pereira

Afrânio Salustiano Pereira: Prefeito entre 1951 e 1955.

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Joaquim Adjuto Botelho

Joaquim Adjuto Botelho. Prefeito entre 1955 e 1959.

Destacam-se como seus feitos a criação da Hidrelétrica Melhoramentos Paracatu S.A. , o início das construções da nova sede da Escola Normal Oficial e da Estação Rodoviária. Também constam as construções de pontes sobre os rios Escuro, Batalha e Santa Isabel e da estrada da Batalha. Sua gestão foi marcada ainda pela realização de infra-estrutura de água e esgoto, além da aquisição do primeiro trator para a Prefeitura Municipal.

Fonte: Arquivo Público Municipal Olímpio Michael Gonzaga

Referência:

OLIVEIRA MELLO, Antônio de. Paracatu do Príncipe: Minha Terra. Patos de Minas: Academia Patense de Letras, 1978. 144p. Ilustr.

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Wladimir da Silva Neiva

Wladimir da Silva Neiva: Prefeito de 1950 a 1963.


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Ricardo Porto Adjuto

Ricardo Porto Adjuto: Prefeito entre maio e setembro de 1957.

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Almir Alaor Porto Adjuto

Almir Alaor Porto Adjuto: Prefeito de 1963 a 1967 e de 1977 1982.

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Walter da Silva Neiva

Walter da Silva Neiva: Prefeito de 1967 a 1971.

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Diogo Soares Rodrigues  (Diogão)

Diogo Soares Rodrigues: Prefeito de 1971 a 1973 e de 1983 a 1988.

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Joaquim Batista Franco

Joaquim Batista Franco: Prefeito de 1973 a 1977.

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Arquimedes Borges de Oliveira

Arquimedes Borges de Oliverira: Prefeito de 1989 a 1992 e de 2000 a 2004.

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Manoel Borges de Oliveira

Manoel Borges de Oliveira: Prefeito de 1993 a 1996.

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Almir Paraca Cristovão Cardoso

Almir Paraca Cristovão Cardoso: Prefeito de 1997 a 2000.

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Vasco Praça Filho (Vasquinho)

Prefeito entre 2004 a 2012. 1º Prefeito reeleito de Paracatu - MG

Prefeito entre 2004 e 2012. Primeiro chefe do executivo a ser reeleito em Paracatu – MG

Obs.: Esta página está sendo reformulada

3 Respostas

  1. sou paracatuense e tenho orgulho de fazer parte dessa historia, só não nasci ai mas fui criado ai,meus pais vivem aqui meus irmãos ,enfim toda minha vida esta cituada aqui,amo paracatu vivo em são paulo mas sinto muita falta ,da minha origem,um forte abraço a todos os paracatuenses .

  2. Jaime Venancio Fernandes | Resposta

    jaime, tenho orgulho de ser paracatuense, deixo meu apreço a todos os ex. prefeito de Paracatu, exceto ao ultimo de nome Vasco Praça Filho, pois ele quando prefeito, usou o poder arbitrário da caneta, denegrindo uma familia tradicional da cidade, que é a familia do saudoso, senhor Luciano Venancio Fernandes, coveiro do cemitério da cidade, o mesmo serviu ao municipio, por longos trinta anos, nesse trabalho penoso, com toda honestidade, exonerando de forma cruel e sem as devidas apurações, os dois filhos dele, que vieram a assumirem esses cargos, na falta do pai, devidamente concursados. Eu particularmente e muitas outras pessoas idônias de Paracatu , temos a certeza que os mesmos são inocentes, vítimas de uma perseguição política e de um esquema de distrair a atenção do povo, aos seus grandes fraudes, conhecido como bode espiatório. Esses ex. coveiros são procurados constantemente , para cooperar na identificação de jazigos que só eles com o devido conhecimento, o sabe fazer. Por tanto deixo a minha indignação contra o ex. prefeito: Vasco Praça Filho, ( Vasquinho).

  3. Ramon de Souza oliveira | Resposta

    Parabéns a equipe do arquivo da prefeitura, pelo bom trabalho realizado.

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