População e turistas terão Casa de Cultura restaurada

Por: Carlos Lima (*)

História e cultura: Casarão retrata traços arquitetônicos do passado colonia. Foto: Carlos Lima/Acervo APMOMG/Out. 2010

Ações da Fundação Casa de Cultura com apoio da Prefeitura Municipal de Paracatu para garantir a preservação do patrimônio histórico e ao mesmo tempo despertar o interesse de turistas e da população pela cultura e história locais, estão sendo desenvolvidas no imponente casarão do período colonial da Rua do Ávila, a Casa de Cultura.

Prevervação da Memória: Obras de restauro são realizadas na Casa de Cultura de Paracatu. Foto: Carlos Lima/APMOMG

De acordo com a Diretora-Presidente da Fundação, Sra. Lana Lúcia Melo Franco Santiago, as atividades de restauro do local estão sendo feitas com recursos próprios do município e a previsão é de que até ao aniversário da cidade, que se comemora em 20 de outubro, estejam concluídas, para comodidade de todos que usufruem do casarão.

Interior do casarão: Um passeio pelo passado colonialista. Foto: Carlos Lima/APMOMG

A restauração da Casa de Cultura inclui a descupinização de estruturas atingidas por térmitas (cupins), a substituição de madeiras deterioradas que põem em risco a segurança no local, a pintura do imóvel, entre outras medidas preventivas e de conservação daquele bem público.

Casa de Cultura: Um marco histórico entre o Largo da Jaqueira e a Rua do Ávila. Foto: Carlos Lima/Acervo APMOMG/ Out. 2010

O imóvel onde funciona a Casa de Cultura Maria Conceição Adjucto Botelho foi erguido entre 1854 e 1857 pelo Comendador Domingos Pimentel de Ulhôa, que ali residira com sua família. No casarão já funcionaram o Palácio do Conselho das Minas da Vila de Paracatu do Príncipe,  a Escola Normal e internato (1880), o Colégio o Atheneu Paracatuense, o Grupo Escolar Afonso Arinos (1908 a 1930), a Escola Normal Oficial Antônio Carlos (1931 até 1935), o Colégio particular Dr. Adelmar da Silva Neiva e a Escola Affonso Roquete.

A Casa de Cultura foi inaugurada em 1988, no Governo de Diogo Soares Rodrigues, o “Diogão”, e destina-se à organização de eventos artísticos e oficiais, cursos de artes (pintura, bordados, tear, música, teatro), difusão das manifestações culturais, exposições, lojinha de artesanato e projetos culturais.  Ela está aberta ao público de segunda à sexta-feira, das 8h00 às 18h00 e aos fins de semana e feriados, das 9h00 às 15h00.

Saiba mais sobre a história da Casa de Cultura de Paracatu clicando aqui!

(*) Carlos Lima é graduado em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBa), é Pós-Graduado em Oracle, Java e Gerência de Projetos, é consultor em organização de arquivos e memória empresarial e exerce o cargo de Coordenador do Arquivo Público Municipal de Paracatu.

Atenção! Caso queira publicar esta matéria, cite o autor.

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Uma resposta

  1. Ola Carlos,
    Que saudades de Paracatu! Fico feliz em receber noticias dai, e essa da restauração ( manutenção) da Casa de Cultura então é uma alegra só. Dê lembranças a dona Lana,Marina, Jane, Alexandre, prefeito Vasquinho… enfim a todos de Paracatu que se lembrarem de nós, ok?
    Quando vai mandar o relatorio final do Projeto de restauração de documentos para o IAB? Continuamos aguardadndo.
    Abraços
    Jandira Neto
    Instituto de Arqueologia Brasileira (IAB)

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