Paracatu: Passado e Presente

De: Carlos Lima (*)

Garimpeiro em córrego da cidade de Paracatu, em 1938. Foto:Otto Dornfield/Acervo APMOMG

Paracatu do belo casario histórico

É também terra de muito grão

Onde se colhe soja, milho e feijão

 

Dos seus becos calçados de pedras

Ainda alguns poucos resistem

E para revelar a história existem

 

Muito ouro já houvera aqui

E até praias onde se podia divertir

Mas hoje, só um gigante o pode extrair

 

Das belezas naturais é importante falar

Pois das cachoeiras e alguns córregos, ainda se podem desfrutar

Bastam alguns quilômetros para chegar-se até lá

 

Paracatu é assim cidade nobre em cultura

Tem Museu, Arquivo e Biblioteca

E para completar, até uma belíssima Casa de Cultura

É a história que ao longo de anos se conserva

Para garantir a memória de um povo

Que ao Noroeste de Minas se perpetua.

(*) Carlos Lima é graduado em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBa), é Pós-Graduado em Oracle, Java e Gerência de Projetos, é consultor em organização de arquivos e memória empresarial e exerce o cargo de Coordenador do Arquivo Público Municipal de Paracatu.

Atenção! Caso queira publicar esta poesia, cite o autor.

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