Acesso

As consultas poderão ser feitas somente no local, mediante apresentação de carteira de identidade ou documento similar, cadastramento do usuário no Sistema de Atendimento da instituição, e uso de luvas e máscara, que poderão ser adquiridas no local. O atendimento é prestado de segunda à sexta-feira, das 8h00 às 18h00, na Rua Temístocles Rocha, nº 249, Centro, Paracatu-MG, próxima à antiga Delegacia de Polícia Civil (veja o mapa logo abaixo).

Em virtude da escassez de recursos (servidores, espaço físico e equipamentos), será permitido ao consulente o manuseio de no máximo 5 (cinco) itens documentais (processos, caixas-arquivo, jornais, plantas) por cada turno (matutino e vespertino). No caso de documentos pertencentes ao Fundo Poder Judiciário, o interessado poderá também dirigir-se ao Fórum Municipal de Paracatu para obter acesso aos autos, emissão de fotocópias, certidões e outros serviços prestados por aquela instituição na forma da lei.

Grupos de pessoas interessadas em conhecer o acervo deverão agendar previamente o dia e o horário da visita pelo telefone (38) 3671-5236. Para maiores informações, envie um e-mail para arquivopublico@paracatu.mg.gov.br

Coordenadas geográficas (Datum WGS 84):

S   17 º  13 ’  24,2 ”

W  46 º   52 ’  38,0 ”

Colaboração: Marco Antônio Antunes (Engenheiro, Belo Horizonte-MG)

Veja a nossa localização (clique sobre a imagem para ampliar):

Como chegar ao Arquivo Público de Paracatu

2 Respostas

  1. Julio Fernandes Leite | Resposta

    Recentemente eu, carioca radicado em Brasília há 15 anos, fui passear com a família em Paracatu. Algumas coisas impressionaram muito, para bem, mas nem tudo. Numa praça em frente ao lindo casarão sede da Casa de Cultura de Paracatu, há duas grandes casas antigas, que seriam belíssimos exemplares do patrimônio histórico se não estivessem em péssimo estado de conservação. Numa delas há na fachada uma placa de bronze informando que naquela casa nasceram o filósofo Pero de Botelho e as poetisas Branca e Beatriz de Botelho.

    Chegando de volta à minha casa e à internet, garimpei e encontrei algumas informações que só aguçaram ainda mais minha curiosidade. Pero, Branca e Beatriz eram irmãos de uma numerosa prole de 10 filhos de Maria Conceição Loureiro Adjuto, a “Dondona”, nascida em Paracatu aos 1892, que é patronesse da Casa de Cultura e faleceu em Brasília aos 84 anos e lá foi enterrada.

    Pero Adjuto de Botelho nasceu nesta casa no dia 9 de março de 1920. Era o sexto filho de um total de 3 filhas e 7 filhos. Faleceu aos 3 de janeiro de 1971 em Madri, Espanha, portanto com 51 anos apenas. Foi enterrado em Paracatu.

    São livros de Pero de Botelho encontrados na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro:
    “Da filosofia, 1: tratado da mente grega”; Belo Horizonte, Editora Candeia, 1947.
    “3 fragmentos: estética, ética e política.”; MEC, 1954.

    Outros livros encontrado em sebos do Rio de Janeiro:
    “Poética: ontologia da obra de arte.”; Conselho Estadual de Cultura, São Paulo, 1970.
    ” O Intelectual e o Político”; Editora Candeia, 1975.

    Perguntas:
    1) Alguém sabe a causa da morte de Pero Adjuto de Botelho?
    2) Ele vivia na Espanha? Era professor por lá?
    3) O Arquivo Público de Paracatu tem algum exemplar de seus livros ou informação sobre outros?
    4) Há projeto para o Arquivo Público de Paracatu digitalizar as informações e disponibilizá-las via internet?

    Prosseguindo, Branca Adjuto Botelho, irmã de Pero, e segunda criança da família, nasceu aos 23 de agosto de 1911. Não encontrei nenhuma referência a livros de sua autoria, mas qual não foi minha surpresa quando, lendo um livrinho “Teatro e Cinema em Paracatu” disponibilizado na internet e organizado pela Associação de Amigos da Cultura de Paracatu, encontrei na última página um poema seu, entitulado Cidade Pequena:

    “Ruas pequenas…
    Idéias pequenas…
    A monotonia como um pão de cada dia
    Envenenado pelo diabo,
    Matando
    O entusiasmo
    A inspiração…
    O mundo tão longe
    A civilização tão além
    Idéias que se quebram na falta de compreensão…
    Almas feitas para os grandes vôos
    e de asas amarradas
    (…)
    Que vontade de respirar o ar do alto,
    O vento dos horizontes abertos –
    Voa minha alma! Voa!
    Voa bem alto! Por cima de tudo!
    Queria que você se estendesse como um elástico.
    E crescesse,
    crescesse até abarcar o mundo…”

    Fiquei esterrecido com esse poema pois Branca faleceu no Rio de Janeiro um dia depois do seu aniversário de 23 anos! E lá foi enterrada. Qual terá sido a causa de sua morte? Que trágica coincidência morrer tão jovem e justamente um dia depois do seu aniversário!!!

    Alguém tem resposta para essas perguntas???

  2. Júlio, Branca Botelho morreu acometida por uma leucemia.
    Após sua morte, sua mãe – Maria Conceição Botelho – reuniu sua obra, organizou-a e a publicou em 1937, em um livro intitulado ‘Simplicidade’, prefaciado e editado pela própria Conceição que considerava sua filha uma “mulher ‘de fina percepção e sempre à procura de formas e cores para os seus olhos, de melodias para os seus ouvidos, enfim, de ritmos para a sua sensibilidade”.Em 2003, uma nova versão desse livro foi organizada pela presidente da Academia de Letras do Noroeste de Minas Gerais, Coraci da Silva Neiva Batista.
    Se você entrar em contato com a Academia de Letras do Noroeste de Minas- em Paracatu, poderá adquiri-lo.
    Arlete

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: