Arquivos de Tag: Paracatu

Memória produzida e reunida pelo escritor paracatuense Oliveira Mello é o destaque da quinta e última reportagem da série Traços de Paracatu, na TV Minas Brasil

Por: TV Minas Brasil (*)

Paracatu-MG (06/01/2017) – A quinta reportagem da série especial Traços de Paracatu traz as informações sobre o Acervo Iconográfico, Documental e Bibliográfico de Paracatu, com destaque para itens de ampla consulta por parte da população, como fotografias, periódicos, livros e vídeos sobre o município.

Na gravação da matéria, produzida com grande labor pelos repórteres João Paulo Marques e Ailton Albernaz, da TV Minas Brasil, afiliada Rede Minas, destaca-se o conjunto da produção literária e documental do escritor paracatuense Antônio de Oliveira Mello, de 80 anos, cujo acervo fora adquirido pela municipalidade em outubro de 2015 e que passou desde sua inauguração, em novembro daquele ano, a estar completamente acessível à comunidade interessada.

Visitas e consultas ao Arquivo Público Municipal, podem ser feitas na Rua Temístocles Rocha, nº 249, Núcleo Histórico de Paracatu (Próximo à antiga Delegacia Civil).

(*) Fonte: TV Minas Brasil (Canal 20 VHF) –   http://www.mbnews.tv.br/

Acervo Escritor Oliveira Mello: Um presente histórico e cultural para o povo de Paracatu

Por: Carlos Lima (*)

Acervo bibliográfico, iconográfico e documental do Fundo Oliveira Mello, adquirido pela Prefeitura Municipal de Paracatu em Outubro de 2015. Foto: Carlos Lima /Nov. 2015. Acervo Arquivo Púbico de Paracatu

Acervo bibliográfico, iconográfico e documental do Fundo Oliveira Mello, adquirido pela Prefeitura Municipal de Paracatu em Outubro de 2015. Foto: Carlos Lima /Nov. 2015. Acervo Arquivo Púbico de Paracatu

Paracatu-MG (24/11/2015) – Um investimento na prospecção da memória e da cultura do povo do Noroeste das Minas Gerais deu-se com a aquisição do precioso acervo bibliográfico, iconográfico e documental do Professor e Escritor paracatuense Antônio de Oliveira Mello, de 78 anos de idade.

Fruto de um extenso e minucioso trabalho de recolhimento e análise de diferentes tipos de documentos, Oliveira Mello, como é mais conhecido, reuniu ao longo dos seus mais de 50 anos de produção literária (seu primeiro livro foi Paracatu Perante a História, publicado em 1960), dezenas de milhares de títulos e registros que formariam, sob a ótica arquivística, uma verdadeira e bem costurada colcha de retalhos sobre o passado e o presente de Paracatu e região. Sim! O escritor retrata em seus textos, alguns deles abundantemente ilustrados com fotografias, as transformações sofridas por estes sertões.

As fontes de pesquisa, brava e reconhecidamente adquiridas pela municipalidade de Paracatu pela cifra de 59 mil reais, já com impostos, são de uma relevância imensurável para subsidiarem os estudos e pesquisas empreendidos pelo público frequentador do Arquivo Público Olímpio Michael Gonzaga, órgão que passou a custodiar oficialmente, desde ontem (23), a massa documental e bibliográfica em questão.

O escritor Oliveira Mello ao lado do arquivista Carlos Lima em visita ao Arquivo Público de Paracatu. Out. 2015. Foto: Acervo do Arquivo Público de Paracatu

O escritor Oliveira Mello ao lado do arquivista Carlos Lima em visita ao Arquivo Público de Paracatu. Out. 2015. Foto: Acervo do Arquivo Público de Paracatu

Entre os itens disponíveis para a consulta, estão fotografias dos séculos XX e XXI, jornais desde o ano de 1895, 17 caixas com correspondências, rascunhos e outros documentos, a coleção completa dos livros do próprio transmitente do acervo (54 publicações), outros que se referem à cidade de Paracatu, periódicos sobre a trajetória do Ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal e também filho desta terra, Joaquim Barbosa e livros de outros autores paracatuenses.

O acervo do Professor e escritor Oliveira Mello já fora, há alguns anos, objeto de interesse de uma das faculdades particulares da cidade, entretanto sem que houvesse de fato uma negociação concreta quanto à aquisição. Por parte da Prefeitura de Paracatu as tratativas para compra do acervo iniciaram em junho de 2014 e somente foram concluídas com êxito em outubro deste ano, com o recebimento do acervo na cidade vizinha de Patos de Minas, onde reside o transmitente.

Inauguração

Inauguração do Acervo Fundo Oliveira Mello. Presidente da Câmara João Arcanjo, Secretário de Cultura Isac Arruda e a Presidente da Casa de Cultura Graciele Mendes abrem oficialmente a sala do novo acervo. Foto: Carlos Lima / Nov. 2015 Acervo Arquivo Púbico de Paracatu

Inauguração do Acervo Fundo Oliveira Mello. Presidente da Câmara João Arcanjo, Secretário de Cultura Isac Arruda e a Presidente da Casa de Cultura Graciele Mendes abrem oficialmente a sala do novo acervo. Foto: Carlos Lima / Nov. 2015 Acervo Arquivo Púbico de Paracatu

O evento de inauguração da sala destinada a abrigar o acervo do Escritor Oliveira Mello, foi promovido pela Fundação Municipal Casa de Cultura, órgão gestor do Arquivo Público, e aconteceu na manhã desta segunda-feira (23), de forma que contou com amplo público, com a participação da Diretora da respectiva Fundação, Graciele Mendes de Souza, do Secretário Municipal de Cultura, Isac Costa Arruda, do Presidente da Câmara Municipal de Paracatu, João Arcanjo (Joãozinho Chapuleta), do Vereador Professor Hamilton, também acompanhado de seus alunos da Escola Estadual Delano Brochado, além da imprensa local e visitantes.

(*) Carlos Lima é graduado em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBa), é Pós-Graduado em Oracle, Java e Gerência de Projetos, é consultor em organização de arquivos e memória empresarial e exerce a função de Arquivista do Arquivo Público Municipal de Paracatu.

Atenção! Caso queira publicar esta matéria, cite o autor. Casa utilize as imagens, cite o fotógrafo e o acervo a que pertencem.

Outras imagens:

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Serviço:

Arquivo Público Municipal Olímpio Michael Gonzaga

Rua Temístocles Rocha – 249 – Núcleo Histórico – Próximo à Delegacia Civil – Paracatu-MG

Horário de Funcionamento: 8h00  às 12h00  e das 14h00 às 18h00

Tel.: (38)3671-5236

Luta em prol dos direitos dos quilombolas e contra o câncer em Paracatu leva mulheres a serem perseguidas e a deixarem o município

Estas e outras manchetes no seu Jornal O Movimento Edição 482 de Outubro de 2015, o seu jornal necessário

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Fonte: Jornal O Movimento / Outubro 2015

MPF pede condenação de responsáveis por modificar imóveis tombados pelo IPHAN em Paracatu

O Ministério Público Federal, ainda pediu que os responsáveis respondam por dano moral coletivo, com o pagamento de indenizações que poderão variar de 5 a 35 mil reais

Por: Paulo Sérgio/Paracatunews

A Rua Temístocles Rocha e o seu casario em ruínas. Foto: Wellington F. de Carvalho/Ago. 2007

A Rua Temístocles Rocha e o seu casario em ruínas. Foto: Wellington F. de Carvalho/Ago. 2007/Acervo do Arquivo Público de Paracatu-MG

Paracatu-MG(19/06/2015) – O Ministério Público Federal (MPF) entrou com oito ações civis públicas em defesa do patrimônio cultural existente em Paracatu. Os responsáveis, proprietários de imóveis que integram o Conjunto Arquitetônico e Urbanístico da cidade, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em dezembro de 2010, executaram obras ilegais, como demolições, alteração de fachadas e construção de edifícios. Segundo o MPF, em todos os casos relatados pelas oito ações, os responsaveis efetuaram modificações na estrutura de seus imóveis em desacordo com orientações expedidas pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Artístico de Paracatu (COMPHAP). Na verdade, mesmo quando o órgão municipal embargou as obras, as ordens foram solenemente desrespeitadas. Em pelo menos duas situações, os proprietários sequer  informaram ao Comphap a realização das obras, em atitude de total desrespeito com o que estabelece a legislação. As ações explicam que o instituto do tombamento, conquanto não impeça reformas nos imóveis que integram conjuntos urbanísticos protegidos, impõe determinadas limitações com o objetivo principal de evitar sua descaracterização ou impedir que as intervenções interfiram na integridade visual do conjunto arquitetônico.  Por isso, após o tombamento, qualquer construção ou reforma depende de prévia autorização e deve ser realizada nos termos estabelecidos pelo órgão competente, sob pena de ser considerada irregular e ensejar a aplicação de medidas judiciais como o embargo ou o desfazimento. A legislação determina que até mesmo uma pintura deve ser previamente autorizada. A proteção dos núcleos urbanísticos tombados estende-se até mesmo à sua vizinhança, conforme artigo 18 do Decreto-lei 25/1937, que regulamenta a proteção aos bens tombados na esfera federal.

Imóvel, com atributos históricos, destruído na Rua Paulo Camilo Pena, em Paracatu. Fotos: Acervo APMOMG/2010-2011

Imóvel, com atributos históricos, destruído na Rua Paulo Camilo Pena, em Paracatu. Fotos: Acervo APMOMG/2010-2011

Segundo o decreto, nenhuma construção pode ser feita na vizinhança de imóvel tombado de modo a impedir ou reduzir sua visibilidade. Crime Decordo com o MPF, o tombamento historico que aconteceu recentemente em Paracatu, não tem impedido as ilegalidades. No Beco dos Tropeiros, por exemplo, que é composto exclusivamente por casas térreas, um proprietário ergueu edifício de dois pavimentos, comprometendo todo o conjunto. Por sinal, a construção de prédios com 3 e 4 pavimentos constitui a irregularidade que motivou seis das oito ações. Mas há casos também de alterações na estrutura dos imóveis, como na Rua Resende Costa Ulhoa, onde um proprietário demoliu parte de um imóvel, reconstruindo a parede da fachada frontal e substituindo uma das portas por um portão de garagem.  Em todos os casos, os responsáveis, mesmo notificados pelo órgão municipal de proteção ao patrimônio, recusaram-se a cumprir a ordem administrativa e persistiram nas construções. Segundo o MPF, uma proprietária chegou a retirar a fita zebrada e o embargo do COMPHAP na frente dos funcionários da Secretaria Municipal de Cultura e deu continuidade às obras, fazendo-o de forma escamoteada em finais de semana e à noite. Ela foi denunciada por crime contra o patrimônio ambiental (art. 63 da Lei 9.605/98), cuja pena vai de 1 a 3 anos de prisão. Outro aspecto ressaltado pelo MPF é o de que o atual proprietário do imóvel é quem responde pelas irregularidades, ainda que não tenha sido ele quem executou as obras. Nesse caso da proprietária que realizou as obras às escondidas, o atual dono do imóvel é quem terá de responder civilmente pelos danos causados ao patrimônio cultural, inclusive arcando com a obrigação de restaurar as características originais do imóvel. Também são responsáveis em duas das oito ações os engenheiros civis responsáveis pelo projeto técnico, que nada fizeram para evitar o descumprimento da lei. Um deles, inclusive, era o secretário de Obras de Paracatu/MG à época dos fatos, o que, para o MPF, indica que ele tinha “plena consciência das regras urbanísticas do município”.  Todas as ações pedem que os réus sejam obrigados a demolir ou desfazer as alterações e edificações feitas em desacordo com a lei, recuperando e restaurando o imóvel às suas características originais. O MPF também pediu a condenação dos réus por dano moral coletivo, com o pagamento de indenizações que poderão variar de 5 a 35 mil reais.

Com informações do Ministério Público Federal

Fonte: http://paracatunews.com.br/noticias/cidade-paracatu/mpf-pede-condenacao-de-responsaveis-por-modificar-imoveis-tombados-em-paracatu/5050#sthash.Q9NyFbMM.pnmJpE5z.dpuf

BENVINDOS ACERTOS E DESACERTOS DE DOM LEONARDO

Por: Oliveira Mello (*)

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       Trazido pelas mãos carinhosas de Coraci Neiva, foi um acerto ler este “Acertos e desacertos de um bispo missionário itinerante”, bispo emérito de Paracatu, D. Leonardo de Miranda Pereira. Comecei pensando: o que estaria registrado neste livro de 264 páginas? Que tipos de acertos e quais são os seus desacertos? Ele mesmo nos alerta: “Espero de quem ler essas memórias que não interprete como um inicial “desacerto” o título proposto. De uma coisa estou certo: creio que já é um grande acerto contar sempre com algum desacerto. Por isso, você também, leitor e leitora amigos, façam isso por mim: peçam a Deus “que eu erre menos e acerte mais” ou que meus desacertos sejam menos numerosos que meus acertos.” Este seu alerta me levou a ler o livro quase de uma só assentada. E fui encontrando mais acertos do que desacertos colocados sem nenhuma vaidade, de forma tão espontânea e de maneira agradabilíssima. Começa-se a leitura e não quer mais interrompê-la.

          Suas memórias implicam um à vontade na reestruturação dos acontecimentos e a inclusão de pessoas com as quais entrou em contato, desde sua vida de criança e, no decorrer do tempo, até a sua vida de “bispo missionário itinerante” na Diocese de Paracatu, durante mais de um quarto de século. Muito realizou. A Diocese virou outra durante a sua profícua administração, tanto espiritual como materialmente falando.

          Já dizia Buffon que o estilo é o homem. Uma verdade. Neste livro encontra-se a personalidade marcante e forte de Dom Leonardo. Um homem que não tem acanhamento em apresentar a sua vida. Não há meio termos, nem autoelogios. É eletrizante como ele mesmo. As palavras correm soltas. Sua memória põe a nu os acontecimentos mais remotos de sua infância. Numa reunião familiar, quando seu pai pergunta aos filhos, reunidos, a começar da mais velha, Ninita, o que pretendiam ser quando crescessem. Ao chegar a sua vez, sem titubear:

          – Quando crescer… eu vou ser padre. Quando vocês estiveram para morrer, disse aos irmãos, eu vou rezar para que vocês entrem no céu.

          Realmente tornou-se “Padre… Padre… Sempre Padre”. Ordenado em 1959, foi vigário cooperador durante 03 anos nas paróquias de Sabinópolis e Guanhães e, posteriormente, pároco de Couto de Magalhães de Minas, por pouco mais de um ano; de São Sebastião do Maranhão, pelo período de 14 anos e, finalmente, de Guanhães, durante 6 anos, até ser eleito e ordenado bispo de Paracatu, em 1986.

          E nos seus acertos e desacertos ele vai alinhavando com muita graça e simplicidade a sua infância, sem se esquecer do interessante neologismo por ele criado: “Tuvaca! Tuvaquinha! Tuvacão!” Não vou dizer o seu significado, o leitor encontrará a explicação no próprio texto. E os fatos vão surgindo no decorrer da narração, quando também fala das características pessoais do irmão Olímpio.

          Há acontecimentos interessantíssimos que nos levam a rir, pelo humor ao serem narrados, como “…o filhinho do Monsenhor” e muitos outros. Impagável mesmo é a “Missa com pinga… e das boas!”. Também “O Fusquinha, flores e casamento”. Sabe de uma? O melhor é eu parar.  Que todos façam como eu, leia-o, do começo ao fim.

          Enriquecedoras também suas narrações. Como lhe foi difícil dizer o sim para o Papa ao aceitar ser bispo. Quanto sofrimento! Que sim benéfico para a Diocese de Paracatu e de todos os seus diocesanos. Como são hilárias as suas observações quanto à sua pequena estatura de apenas 1 metro e cinquenta e cinco. Ele rouba a cena quando João Paulo II, no primeiro encontro do Papa, na primeira Visita ad limina, dos 32 bispos do Regional Leste II, “num forte e carinhoso abraço, disse com sonora e firma voz de barítono: o mais menor dos bispos”. Claro, além dessa observação do Papa Santo, ele narra outras mais que aconteceram, no decorrer de sua vida, com humor e naturalidade.

          A sua vida de Bispo Diocesano e de Administrador Apostólico de Paracatu, durante 26 anos, alguns meses e dias, com altos e baixos, foi de indelével marca na Diocese Paracatuense. Nestes seus acertos e desacertos por ele registrados, vamos encontrar muito mais acertos. Ao entregar a Diocese a seu sucessor assegurou:

          “Seja-me permitida esta última função: entregar-lhe como uma dádiva do céu esta querida e amada diocese e desejar-lhe um fecundo e santo pastoreio, último dos acertos de meu ministério episcopal.”

          Como prova maior de amor a Paracatu, permaneceu morando na cidade. Recolheu-se à sua nova residência, no Alto do Córrego, donde, acredito, além de suas orações em favor da sua gente, estuda, escreve e, amorosamente, cuida de sua invejável horta.

          Estamos esperando, Dom Leonardo, novos acertos, entre eles, outro livro de leitura e ensinamentos tão gostosos e ricos como este Acertos e desacertos de um bispo missionário itinerante.

                                                                                      Patos de Minas, 13 de junho de 2015

(*)Antônio de Oliveira Mello é paracatuense, professor e escritor de mais de 50 livros, a maioria deles sobre Paracatu, Minas Gerais. 

Programa CQC sobre Paracatu vai ao ar na Band e população fica apreensiva quanto aos impactos da mineração

Estas e outras manchetes no seu Jornal O Movimento Edição de Março de 2015, o seu jornal necessário
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Assista ao vídeo do CQC:

Fonte: Jornal O Movimento / Mar. 2015 / Vídeo: Youtube

Empresa com contrato milionário com a Prefeitura de Paracatu é denunciada por possível apresentação de documentos fraudulentos durante licitação

Estas e outras manchetes no seu Jornal O Movimento Edição de Fevereiro de 2015, o seu jornal necessário

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Fonte: Jornal O Movimento

Novos horários de funcionamento dos atrativos turísticos do Município de Paracatu – MG a partir de 31/01/2015

Casa de Cultura no Largo da Jaqueira em Paracatu. Fonte: Facebook Paracatu Eternamente Linda

Casa de Cultura no Largo da Jaqueira em Paracatu. Fonte: Facebook Paracatu Eternamente Linda

Igreja Matriz de Santo Antônio:  Terça a Sexta – feira, no horário de 09hs às 18hs, aos Sábados, Domingos e Feriados no horário de 12hs às 18hs, com exceção de segunda feira de carnaval, que estará aberta para visitas no horário de 12hs  às 18hs.

Nos dias 13/06/2015 (Dia de Santo Antônio), 20/10/2015 (Aniversário da Cidade), 31/10/2015 (Reforma Protestante) e 08/12/2015 (Dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição) será no horário de 12hs até as 18hs.

 No dia 03/04/2015 – Sexta – feira da Paixão estará fechado.

Casa de Cultura de Paracatu: Segunda a Sexta – feira, no horário de 09hs as 18hs e aos Sábados, Domingos e Feriados no horário de 12hs as 18h. No dia 24/12/2015 o funcionamento será de 09hs até 12hs e o dia 25/12/2015 estará fechado. Reabrindo para as visitas no dia 26/12/2015 de 12hs até as 18hs.

No dia 31/12/2015 o funcionamento será de 09hs até as 12hs. Nos dias 13/06/2015 (Dia de Santo Antônio), 20/10/2015 (Aniversário da Cidade), 31/10/2015 (Reforma Protestante) e 08/12/2015 (Dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição) será no horário de 12hs até as 18hs.

No dia 03/04/2015 – Sexta – feira da Paixão estará fechado.

Museu Histórico Pedro Salazar: Segunda a Sexta – feira, no horário de 09hs as 18hs, aos Sábados, Domingos e Feriados no horário de 12hs as 18hs. No dia 24/12/2015 o funcionamento será de 09hs até 12hs e o dia 25/12/2015 estará fechado. Reabrindo para as visitas no dia 26/12/2015 de 12hs até as 18hs. No dia 31/12/2015 o funcionamento será de 09hs até as 12hs.

Nos dias 13/06/2015 (Dia de Santo Antônio), 20/10/2015 (Aniversário da Cidade), 31/10/2015 (Reforma Protestante) e 08/12/2015 (Dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição) será no horário de 12hs até as 18hs.

 No dia 03/04/2015 – Sexta – feira da Paixão estará fechado.

Arquivo Público Municipal Olímpio Michael Gonzaga: De segunda à sexta-feira, das 8h00 às 11h00 e das 13h00 às 18h00. Em caso de visitas em grupo é necessário o agendamento prévio por telefone ou e-mail. Contato: (38)3671-5236 ou arquivopublico@paracatu.mg.gov.br . Consultas aos documentos somente após cadastramento no Sistema de Atendimento e com uso de luvas e máscaras.  Fechado aos sábados, domingos e feriados.

Para atendimento dos condutores contratados pelo município, é importante observar que  durante os dias de funcionamento dos atrativos for de 09hs as 18hs o intervalo de almoço dos mesmos será no horário de 11hs às 12:30 hs.

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Fonte: Conselho Municipal de Turismo de Paracatu-MG | Tel.: (38)3671-6044

A acessibilidade posta em xeque

Por: Carlos Lima (*)

Na Avenida Joaquim Murtinho, em Paracatu, flagrante de desrespeito aos cadeirantes. Foto: Carlos Lima / Dez. 2010 / Acervo Pessoal

Na Avenida Joaquim Murtinho, em Paracatu, flagrante de desrespeito aos cadeirantes. Foto: Carlos Lima / Dez. 2010 / Acervo Pessoal

Paracatu – 06/12/2013 – O fator acessibilidade, tão almejado por uma pequena, porém não menos importante parcela da população que necessita constantemente de espaços regulares e bem nivelados para a sua mobilidade, é algo que em Paracatu parece mesmo longe de ser alcançado.

Já afirmava o escritor memorialista sobre o aparecimento das vias públicas no Arraial de São Luis e Sant’Ana das Minas do Paracatu, que sem data certa surgira provavelmente no início do século XIX : “Desapparecem as barracas e palhoças para serem construídas ruas inteiras com casas de telhas por toda a collina, porém sem observar alinhamento” (GONZAGA, 1910), problema este ainda muito recorrente nas áreas mais periféricas da cidade.

Guardadas as devidas proporções em que o Núcleo Histórico de Paracatu deve ser tratado como exceção, por conservar ele uma arquitetura colonial e por isto com características bem peculiares, como ruas estreitas e edificações desniveladas em relação a estas, é possível colecionar uma série de irregularidades que vão se multiplicando pelos bairros da cidade.

Entre a Caixa Econômica e a Praça Firmina Santana, em Paracatu, às vezes é impossível atravessar com segurança. Foto: Carlos Lima/Ago 2012/Acervo Pessoal

Entre a Caixa Econômica e a Praça Firmina Santana, em Paracatu, às vezes é impossível atravessar com segurança. Foto: Carlos Lima/Ago 2012/Acervo Pessoal

Desde extensas rampas para garagens, disposição de mesas, cadeiras e churrasqueiras de estabelecimentos comerciais sobre calçadas e praças, até a construção de muros e paredes que avançam sobre os passeios, que também não o são nenhum pouco nivelados entre si, todo tipo de obstáculo é fácil de encontrar pelas ruas da cidade.

Face a tantas infrações contra o código de posturas (Lei Complementar nº 063/2009) é indispensável lembrar que em sua Seção XI, art. 81 afirma-se que “é proibida a instalação precária ou permanente de obstáculo físico ou de equipamento de qualquer natureza no passeio ou projetado sobre ele […]”. Com isto, nota-se que de um lado impera a ausência do sentimento de coletividade entre os moradores, do outro, a omissão do poder público em fiscalizar os logradouros de Paracatu.

Esta mesma Lei, que institui normas de posturas e atividades urbanas no município, ainda reforça em seu art. 84, alínea IV, que “ a construção, a conservação e a manutenção do passeio respeitarão, dentre outras, […] a acessibilidade e o trânsito da pessoa portadora de deficiência física e da pessoa com mobilidade reduzida serão garantidos […]”.

Relatório de Fiscalização em logradouros de Paracatu assinado pelo fiscal Francisco Nogueira Silvares em 1869 à Camara Municipal

Relatório de Fiscalização em logradouros de Paracatu assinado pelo fiscal Francisco Nogueira Silvares em 1869 à Camara Municipal. Foto/Reprodução: Arquivo Público de Paracatu-MG

Não raro, pedestres e portadores de necessidades especiais são obrigados e acostumam-se a transitar pelas ruas, de modo a disputarem com os automóveis – para os quais as vias de circulação parecem ter sido planejadas, se é que o foram! – , o que só eleva os índices de acidentes.

Acessibilidade não é apenas construir rampas de acesso para cadeirantes ou instalar elevadores em ônibus, ou ainda, reservar vagas de estacionamento para deficientes físicos, mas sim monitorar todo o crescimento da cidade, para que não o seja desordenado. Pensar  em acessibilidade é, portanto, garantir de forma plena, sistêmica e no mínimo satisfatória, o direito de ir e vir com segurança de todo o cidadão.

(*) Carlos Lima é graduado em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBa), é Pós-Graduado em Oracle, Java e Gerência de Projetos, é consultor em organização de arquivos e memória empresarial e exerce a função de Arquivista do Arquivo Público Municipal de Paracatu.

Atenção! Caso queira publicar esta matéria, cite o autor. Casa utilize as imagens, cite o fotógrafo e o acervo a que pertencem.

Estudantes são premiados em sarau poético da Biblioteca Pública Municipal

Concurso teve como tema a valorização do patrimônio histórico paracatuense

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Fonte: Jornal O Movimento/Paracatu-MG

Uma parceria com o Arquivo Público Municipal de Paracatu – MG