Crimes de incesto e estupro no ano de 1780 contra a mulher são os destaques da quarta reportagem da série Traços de Paracatu, na TV Minas Brasil

Por: TV Minas Brasil (*)

Paracatu-MG (09/09/2016) – A quarta reportagem da série especial Traços de Paracatu traz as informações sobre o acervo de processos crimes – neste caso especificamente aqueles contra a vida – com base em documentos históricos disponíveis no Arquivo Público de Paracatu, especialmente no Fundo Tribunal Eclesiástico, que compreende documentação setecentista.

Na gravação da matéria, produzida com muito esmero pelos repórteres João Paulo Marques e Ailton Albernaz, da TV Minas Brasil, afiliada Rede Minas, destacam-se os crimes de incesto e estupro praticados contra duas mulheres de prenome Paulina e Brizida por um primo de prenome Pedro, no ano de 1780 no Arraial de São Luis e Sant’Ana das Minas do Paracatu (atual município de Paracatu).

O manuscrito de nº 48, que registra esses crimes contra a mulher, é marcado pela escrita cursiva do século XVIII e pode ser consultado no Fundo Tribunal Eclesiástico, caixa 03, Maço 28, na sede do Arquivo Público Municipal, na Rua Temístocles Rocha, nº 249, Núcleo Histórico de Paracatu (Próximo à antiga Delegacia Civil).

(*) Fonte: TV Minas Brasil (Canal 20 VHF) –   http://www.mbnews.tv.br/

Manuscritos com até 290 anos de existência marcam a terceira reportagem da série Traços de Paracatu, na TV Minas Brasil

Por: TV Minas Brasil (*)

Paracatu-MG (05/09/2016) – A terceira reportagem da série especial Traços de Paracatu traz os detalhes sobre o chamado Acervo Municipal do Arquivo Público de Paracatu, que é composto, dentre outros, por documentos raríssimos como os manuscritos do Tribunal Eclesiástico (Século XVIII), da Câmara Municipal (Séculos XIX e XX),  Irmandades Religiosas (Séculos XVIII ao XX, ), Tiro de Guerra (Século XX) e Prefeitura Municipal (Século XX).

Na gravação da matéria, produzida com muito esmero pelos repórteres João Paulo Marques e Daniel Santana, da TV Minas Brasil, afiliada Rede Minas, são mencionados acontecimentos e curiosidades como a existência do Tiro Guerra nº 90 em Paracatu (1946-1956), o registro das ruas e largos pioneiros do município (1811) e o cotidiano das atividades escolares no Povoado de Brejinho, Distrito de Unahy (1937).

(*) Fonte: TV Minas Brasil (Canal 20 VHF) –   http://www.mbnews.tv.br/

Acervo da Hemeroteca do Arquivo Público é o destaque da 2ª reportagem da série Traços de Paracatu, da TV Minas Brasil

Por: TV Minas Brasil (*)

Paracatu-MG (26/08/2016) – A segunda reportagem da série especial Traços de Paracatu traz os detalhes sobre a hemeroteca do Arquivo Público de Paracatu, que é formada por jornais e revistas que remetem principalmente ao final do século XIX e séculos XX E XXI.

Na gravação da matéria, produzida com muito esmero pelos repórteres João Paulo Marques e Daniel Santana, da TV Minas Brasil, afiliada Rede Minas, são mencionados acontecimentos e curiosidades como a tabela de preços do mercado local (alimentos e outros gêneros) em 1894, as eleições e a realização da 1ª Exposição Agropecuária e Industrial de Paracatu em outubro de 1962.

(*) Fonte: TV Minas Brasil (Canal 20 VHF) –   http://www.mbnews.tv.br/

 

Série Especial Traços de Paracatu, da TV Minas Brasil, traz as preciosidades do acervo judiciário local

Por: TV Minas Brasil (*)

Paracatu-MG (24/08/2016) – Reportagem produzida pelo repórter João Paulo Marques e o cinegrafista Daniel Santana da TV Minas Brasil, afiliada Rede Minas, sobre os documentos disponíveis no fundo documental Poder Judiciário, da Comarca de Paracatu, custodiados pelo Arquivo Público Municipal, como processos de inventários, ações cíveis, divisões de terra e outros, que compreendem mais de 200 anos de atuação da Justiça Comum no Noroeste das Minas Gerais.

A Fundação Municipal Casa de Cultura e o Arquivo Público de Paracatu, através de sua diretoria e funcionários, agradecem à emissora de Paracatu, pela excelente produção jornalística sobre a memória documental do município e por sua exibição nos telejornais Jornal da Manhã (7h15), Jornal da Cidade (12h00) e MB News (7h00 e 20h30).

(*) Fonte: TV Minas Brasil (Canal 20 VHF) –   http://www.mbnews.tv.br/

22 anos do Arquivo Público Municipal: O guardião da memória paracatuense

Por: Carlos Lima (*)

Arquivo Público Municipal de Paracatu, na Rua Temístocles Rocha, nº 249 no Núcleo Histórico. Foto: Arquivista Carlos Lima/ 2008

Arquivo Público Municipal de Paracatu, na Rua Temístocles Rocha, nº 249 no Núcleo Histórico. Foto: Arquivista Carlos Lima/ 2008

Paracatu-MG(24/06/2016) – O combatido e reprovado termo arquivo morto bem que se aplicaria ao conjunto de manuscritos setecentistas resgatado em acelerado processo de deterioração nos porões da antiga Santa Casa de Misercórdia, na Rua Rio Grande do Sul, não fosse a iniciativa de um grupo de intelectuais em conjunto com o Poder Público municipal para promoverem a salvaguarda de tais documentos com a criação em 1994 do Arquivo Público e Histórico de Paracatu, no governo do então Prefeito Manoel Borges, que um ano depois publica o decreto 2.230/1995 consolidando de fato e de direito a criação do órgão.

Estado lastimável em que se encontravam os manuscritos do século XVIII resgatados do porão da antiga Santa Casa de Misericórdia em Paracatu. Foto: Acervo do Arquivo Público de Paracatu / 1992

Estado lastimável em que se encontravam os manuscritos do século XVIII resgatados do porão da antiga Santa Casa de Misericórdia em Paracatu. Foto: Acervo do Arquivo Público de Paracatu / 1992

Os trabalhos iniciais de organização e catalogação dos documentos de relevante valor histórico foram realizados pela equipe de servidores do Arquivo Público sob a orientação técnica de consultoria especializada em arquivologia, contratada pela municipalidade para garantir o sucesso de implantação do importante equipamento público destinado à preservação da memória de Paracatu.

Convênios com outros órgãos públicos e recebimento de doações de documentos com substancial interesse coletivo também foram concretizados pela Diretoria com o intuito de fortalecer o acervo sob sua custódia e facilitar o acesso do cidadão aos registros documentais. Marcam esse momento a doação feita pelo Sr. Curtis Bijos, em 1995, de 1125 fotos da primeira metade do século passado e a custódia de aproximadamente 25 mil processos da justiça comum da Comarca de Paracatu.

Acervo da Justiça Comum custodiado no Arquivo Público de Paracatu. Foto: Carlos Lima/2014/APMOMG

Acervo da Justiça Comum custodiado no Arquivo Público de Paracatu. Foto: Carlos Lima/2015/APMOMG

A definição de um patrono para a instituição também era um anseio da diretoria e veio a concretizar-se em junho de 1997, quando o então Prefeito Almir Paraca sanciona a Lei 2.156/1997, que passa a denominá-la como Arquivo Público Municipal Olímpio Michael Gonzaga, em homenagem ao saudoso autor de Memória Histórica de Paracatu (1910), professor da Escola Normal, fotógrafo, empresário e coletor federal.

O prédio do sobradinho do Sant’Anna abrigara o Arquivo Público até o seu 13º aniversário, quando em 2007 e a convite da Fundação Municipal Casa de Cultura, prepostos do Arquivo Público Mineiro vem a Paracatu exclusivamente para vistoriar e emitir parecer técnico sobre as condições de conservação e preservação do acervo. Atendendo à recomendação dos especialistas de que era indispensável a transferência para um local maior e que oferece menos risco aos documentos, a mudança realizou-se em novembro daquele ano para o casarão de nº 249 da Rua Temístocles Rocha, também no Núcleo Histórico.

Ainda no ano de 2007, o município realiza concurso e abra vaga para o cargo de arquivista, com exigência de bacharelado em Arquivologia e a posse do candidato aprovado acontece naquele mesmo ano. O Arquivo Público de Paracatu passa a contar então com staff técnico para a gestão documental e o planejamento e execução das políticas de preservação, conservação e acesso à informação previstas em lei e exigidas pelo Conselho Nacional de Arquivos, o CONARQ.

Dentre as suas ações de maior relevância, citam-se a educação patrimonial e ambiental realizada por meio de visitas guiadas ao acervo associadas a palestras, o emprego de sistema de banco de dados desenvolvido na própria instituição para garantir o acesso eficiente às fontes de pesquisa, a manutenção do site institucional para estreitar a relação com a comunidade, a consecução do Projeto de Conservação e Restauro dos Documentos do Século XVIII (mencionados no início deste artigo) e a digitalização e indexação de imagens do século XX.

A servidora Márcia Mello restaurando inventários e testamentos do século XVIII no Arquivo Público de Paracatu. Foto: Acervo APMOMG / Abril 2016

A servidora Márcia Mello restaurando inventários e testamentos do século XVIII no Arquivo Público de Paracatu. Foto: Acervo APMOMG / Abril 2016

Outra relevante conquista do Arquivo Público e da Fundação Municipal Casa de Cultura (sua gestora), deu-se com a recente aquisição (outubro de 2015) do acervo iconográfico, documental e bibliográfico do escritor de Paracatu, Antônio de Oliveira Mello, cujo investimento foi da ordem de R$ 65.000,00 com impostos inclusos e que trouxe para o município vasto repositório de informações sobre a cidade e que frequentemente tem servido à comunidade interessada em seus estudos e pequisas.

Dados estatísticos extraídos a partir dos registros de atendimento no Arquivo Público Municipal , entre o período 2011 a 2015, apontam para um média anual de cerca de 230 pesquisas efetuadas por terceiros junto à instituição, com finalidade relativamente variada entre fins acadêmicos e escolares, estudos genealógicos, comprovação e reclamação de direitos e posse de bens e outros. Somam-se a isso, algumas dezenas de atendimentos com a prestação de informações úteis para a tomada de decisão e fins probatórios junto à própria Prefeitura e a órgãos conveniados, como o Fórum local.

Para um futuro bem próximo, são metas que circulam nas artérias do “guardião” da memória documental do Noroeste Mineiro, a digitalização e disponibilização de pelo menos parte significativa de seu acervo na Internet, para acesso do grande público e maior transparência das informações sob custódia institucional, além do fortalecimento da equipe de servidores públicos.

(*) Carlos Lima é graduado em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBa), é Pós-Graduado em Oracle, Java e Gerência de Projetos, é consultor em organização de arquivos e memória empresarial e exerce a função de Arquivista do Arquivo Público Municipal de Paracatu.

Atenção! Caso queira publicar esta matéria, cite o autor. Casa utilize as imagens, cite o fotógrafo e o acervo a que pertencem.

Alunos da Escola Estadual Delano Brochado presentes durante a inauguração do Acervo adquirido do Historiador Antônio de Oliveira Mello. Nov. 2015 /Foto: Carlos Lima / Acervo do Arquivo Público de Paracatu

Alunos da Escola Estadual Delano Brochado presentes durante a inauguração do Acervo adquirido do Historiador Antônio de Oliveira Mello. Nov. 2015 /Foto: Carlos Lima / Acervo do Arquivo Público de Paracatu

Códices e Manuscritos do Século XVIII no porão da Santa Casa em 1992. Foto: Acervo do Arquivo Público de Paracatu.

Códices e Manuscritos do Século XVIII no porão da Santa Casa em 1992. Foto: Acervo do Arquivo Público de Paracatu.

Jovem estudante do Instituto Federal do Triângulo Mineiro do campus Paracatu vai para Universidade de Harvard

Estas e outras manchetes no seu Jornal O Movimento Edição 488 de Abril de 2016, o seu jornal necessário

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Fonte: Jornal O Movimento / Abr de 2016

Movimento intitulado MAIS PARACATU ganha força e vai às ruas clamar por segurança pública e redução das despesas da Câmara Municipal

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Fonte: Fonte: Jornal O Movimento / Março de 2016

Entidades sociais pedem redução do salário e do número de vereadores em Paracatu

Estas e outras manchetes no seu Jornal O Movimento Edição 486 de Fevereiro de 2016, o seu jornal necessário

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Fonte: Fonte: Jornal O Movimento / Fevereiro de 2016

Insegurança predomina na cidade e Paracatu torna-se a 3ª mais violenta de Minas Gerais

Estas e outras manchetes no seu Jornal O Movimento Edição 484 de Dezembro de 2015, o seu jornal necessário

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Fonte: Jornal O Movimento / Dezembro 2015

Visite e aprecie a Expô Natalina na Casa de Cultura de Paracatu

Por: Carlos Lima

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Serviço: Fundação Municipal Casa de Cultura de Paracatu

Local: Rua do Ávila, S/Nº, Núcleo Histórico de Paracatu, Minas Gerais

Horário: De segunda à sexta-feira, das 8h00 às 18h00

Sábados e Domingos, das 9h00 às 15h00

Informações: Tel.: (38)3671-4797